domingo, 3 de abril de 2016

Trabalhos de Manutenção

Por estes dias, e aproveitando a muita chuva que tem caído, aproveitei para lavar o lago, que implica sempre algum trabalho, pois além de retirar a água com uma bomba, ainda é preciso retirar toda a sujidade que se vai acumulando. Lago devidamente lavado, aproveitei a água da chuva, que é muita, e (ainda) gratuita, e muito rapidamente enchi os seus 500 litros. 

Paralelamente, aproveitei para ir fazer alguns trabalhos de manutenção, nomeadamente podar algumas heras, que até já tombavam para a areia e já estavam enraizadas, e para cortar um bom bocado de relva junto ao lago, que rapidamente vai alastrando.

O trabalho ainda não está concluído, vou fazendo aos poucos, até porque há sempre tantas outras coisas para fazer no jardim, mas agora com a mudança da hora as coisas tornam-se sempre um pouco mais fáceis. Falta só limpar todas aquelas heras que já taparam as canas, até para que, elas não tenham ali uma forma de começar a trepar e fugir. Mas elas só o tentarão fazer, maioritariamente, aquando das posturas de ovos. 

E então a coisa de momento assim:





Entretanto as duas bichas que estão comigo há mais tempo, e que cresceram juntas desde o tempo da antiga dona, resolveram vir cá para fora apanhar o sol intermitente. Sempre juntas, desde pequeninas.











domingo, 14 de fevereiro de 2016

Saraivada na carapaça

Fim de semana de alerta vermelho, com muita chuva, saraiva e vento. Aproveitando umas abertas fui ver o lago, com as duas tartarugas que tenho há mais tempo comigo, cá fora.

Mal começou a chover, uma delas, sentindo-se incomodada, tratou logo ir para a água. 







Mas as tartarugas não são todas iguais, e se algumas não gostam de apanhar chuva, outras há que não se importam muito isso. Veja-se como começa a chover imenso, saraiva até, e a tartaruga pouco se importa, só indo para a água depois de escorregar!


sábado, 23 de janeiro de 2016

Com Licença!

Quando passamos muito tempo com os nossos animais, como que já podemos saber e antecipar certas coisas que vão fazer, mesmo no caso dos repteis.

Hoje vi a tartaruga mais velha inquieta, e pela sua linguagem corporal, apercebi-me que ia abrir a boca, e então esperei que o fizesse para conseguir mais uma ou outra fotografia. Não são as melhores que já tirei, mas são sempre momentos curiosos e aqui ficam:







Insólito em Janeiro

Como já por diversas expliquei aqui no blogue, as minhas tartarugas começam a deixar de comer abaixo dos quinze graus e entram num estado de semi-hibernação quando entramos no inverno e as temperaturas baixam substancialmente. Deixam de comer por norma em finais de outubro e início de novembro. Mas hoje aconteceu algo de verdadeiramente surpreendente e nunca até hoje visto por mim.

De tarde, cheguei junto do espaço das tartarugas e as três mais velhas estavam todas fora de água, expondo-se para se aquecerem, tal como faz qualquer réptil. 











As outras duas mais pequenas ficaram dentro da água, mas também se fizeram notar. 




Mas o insólito aconteceu quando, elas me pediram comida! Ora bem, elas não falam, então como é que sei que me estavam a pedir comida? Basta vê-las aproximar-se da beira da lago e começarem a chapinar com as patas. Eu mesmo me surpreendi e pensei, se poderia ser verdade, se quereriam elas comer. E então fui buscar um frasco de comida de gato e então atirei alguns grãos para a água, e o espanto foi completo, pois vi-as a comer. 




2015 foi o ano mais quente desde que há registos. Ainda há pouco escrevia no Bucólico-Anónimo sobre o jasmim que está em flor em pleno janeiro. E em pleno janeiro e quando dão temperaturas de mais de vinte graus para este fim-de-semana, as tartarugas comeram, quando só o deveriam começar a fazer em março. Algo de muito estranho se está a passar com o planeta.