segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Como, ou não como?

Como sempre, costumo aproveitar os dias de chuva para lavar o lago, e substituir completamente a água ao lago de 500 litros por água da chuva. 

E como se pode ver, há trabalhos de manutenção para fazer: arranjar a relva que já se está a espalhar, e aparar as heras, mas o tempo não dá para tudo...



Entretanto este domingo como tinha andado a podar as estrelícias, encontrei, como é habitual, vários caracóis lá pelo meio, e resolvi deitar alguns às tartarugas a ver que tal está o apetite. 

Estamos a caminhar para o fim de Outubro, e já há semanas que elas quase deixaram de comer devido ao abaixamento das temperaturas. Daí que, como podem ver no pequeno vídeo que fiz, a tartaruga mostra-se agora muito lente, quase perguntando a si mesma se a iguaria vale o esforço de a comer! Mas a tentação é bastante grande, pois estou em crer que não há nada que as tartarugas gostem mais do que caracóis!!

sábado, 9 de julho de 2016

Tartarugas em sítios improváveis IV - Serralves

De visita ao Parque de Serralves, chego ao lago e deparo-me com uma tartaruga à superfície da água, que creio tratar-se de uma Trachemys scripa scripta

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Certamente que ali foi abandonada por alguém que achou que aquele lago seria o sítio ideal para ela viver, mas eu tenho as minhas dúvidas, pois pelo que reparei creio que nem tem forma para sair da água e poder expor-se ao sol, o que não será nada bom pois não pode regular a temperatura do corpo da melhor forma.







terça-feira, 28 de junho de 2016

Cavar pela fresca

Ainda não eram 9h e todo o espaço ainda estava sombreado e já duas tartarugas decidiram que era tempo de se levantaram, que é como quem diz sair da água, e começarem com as escavações, uma num canto e a outra no outro canto. 

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Muito tempo depois, uma hora talvez. uma decide abandonar o sua cova deixando-a aberta a céu aberto:



Ao passo que a outra por lá continua, afincadamente a tapá-la e a alisar a terra:




Depois dos trabalhos matinais tempo de voltar para a água:



domingo, 26 de junho de 2016

Galeria XLII - Depois de casa arrumada











Desbastar a selva de heras

Já há algumas semanas apanhei um valente susto. Tinha acabado de chegar a casa e mesmo sem as ter contado, percebi logo que uma tartaruga me tinha escapado, pelas marcas deixadas nas heras junto ao muro. 

O tempo passa muito rapidamente, e não se tem tempo para tudo, mais ainda quando tivemos um inverno e uma primavera muito chuvosos, e foram muitos os fim-de-semana com chuva, impedindo assim que se possam fazer trabalhos no exterior.

As heras parece que crescem muito lentamente, mas silenciosamente vão tomando conta de tudo, e aos poucos, todas aquelas canas que espetei junto do muro para impedir que as tartarugas trepassem por elas acima, foram sendo engolidas, e permitem um fácil acesso para que elas possam fugir. 

Esse perigo de fuga só acontece, ou pelo menos comigo é assim que ocorre, quando as tartarugas ficam com as hormonas aos saltos, em meados de maio, e decidem começar a escavar tudo para colocar os ovos. E não podemos facilitar, se facilitarmos é meio caminho para que elas possam escapar. Não esquecer, que não parecendo, as tartarugas são excelente trepadoras. 

Fui contar as tartarugas e confirmava-se. Faltava-me uma. 
E é sempre uma aflição quando isto acontece, pois não sabemos o que poderá acontecer. Mas felizmente, encontrei-a logo, a poucos metros do espaço das tartarugas, mas do lado contrário por onde escapou, o que me indicia, que terá andado bastante até para ali ter chegado.

De imediato tive de tomar medidas preventivas, que foram, colocar uns painéis em madeira que desta forma impossibilitavam qualquer tentativa de escalar as heras. 

Painel de madeira para impossibilitar fugas

Heras já cobriam totalmente as canas

E foi então por estes dias, que comecei os trabalhos de limpeza das heras, podando tudo que estivesse em cima das canas. Na zona do lago e encostado ao muro é mais difícil porque tenho uma zona estreita para estar. O vaso de cimento serviu-me de apoio e pequeno escadote.





E após umas horas de trabalho, aos poucos já se viam finalmente as canas. 






As canas também já estão muito apodrecidas e terei de tentar solucionar isso, ou substituindo estas por outras, ou arranjando outra solução. Mas para já sempre já está com outro aspeto.