domingo, 2 de junho de 2019

Casal de Tartarugas Para Adoção - Zona de Lisboa

Recebi aqui um contacto no sentido de se tentar  encontrar quem queira adotar casal de tartarugas (que me parecem ser Pseudemys ao contrário do que me foi dito) com cerca de dois anos. A pessoa é da zona de Oeiras mas entrega na grande Lisboa.



Editado: as tartarugas já foram adotadas. 

Qual o Caminho Mais Curto Entre Dois Pontos?



Para uma tartaruga, o caminho mais curto entre dois pontos, é sempre uma reta!

sexta-feira, 31 de maio de 2019

Adotei um Casal de Trachemys com Vinte Anos

Depois de no ano passado me ter fugido uma tartaruga e ter ficado bastante abatido com a situação, já há algum tempo que eu vinha meditando a eventualidade de vir a adotar mais tartarugas, e essa ideia ganhou ainda mais forma quando recentemente visitei, de novo, o Parque Biológico de Gaia. Lá, voltei a ver as dezenas de tartarugas que têm, e o espaço nem é assim tão maior que o meu, então, pensei, porque não eu adotar mais algumas tartarugas?

Curiosamente, poucas semanas depois, colocaram mais uma oferta para doação de um casal de Trachemys scripta elegans no tópico # A quem entregar uma tartaruga? Solicitei fotografias ao dono e confirmei a espécie. De imediato pensei que poderia adotar uma, mas, por norma, as pessoas, como se compreende, preferem entregar as tartarugas à mesma pessoa. 

O meu receio prendia-se com o facto de colocar um macho junto de quatro fêmeas porque não quero, de todo, que elas procriem. Então acabei a refletir o assunto com a minha amiga Sofia, pessoa mais entendida em animais que eu, e que também tem tartarugas, e o que ela me disse fazia todo o sentido: "já tens um macho no lago, e ainda que seja de outra espécie, também pode casalar. Só tens que controlar os ovos". 

E pronto, lá me decidi. Falei com o José, que é da Maia, e ele disponibilizou-se a vir cá a casa entregar as tartarugas, podendo assim também ver onde iriam passar a ficar. 

Como referi trata-se de um casal, e, como é comum, ela maior, ele mais pequeno, e têm cerca de vinte anos. Apesar da idade são bastante mais pequenas que as minhas, incluindo o macho Pseudemys que terá agora cerca de onze anos.

Cada tartaruga, cada personalidade. A fêmea, mal a coloquei na areia, a sua primeira reação foi de, com as patas da frente, começar a arrastar a areia, como que, tentando conhecer uma nova textura desconhecida para si. Já o macho, mais pequeno, demonstrou mais timidez.

As duas juntaram-se às quatro que já tinha, e não se passou nada de especial. É natural que quem chega seja olhado com alguma curiosidade, mas não mais que isso. 

Ainda não me foi possível tirar fotografias delas, apanhando-as descontraídas. É natural. É preciso ganhar confiança. Já as vi cá por fora a apanhar sol, mas ao mínimo movimento enfiam-de dentro de água. Mesmo o meu macho que já está comigo há sete anos, é agora difícil apanhá-lo cá fora.

Para já aqui ficam as fotografias possíveis, ambas junto da minha tartaruga maior, para se ter a ideia do tamanho. Começando pelo macho que tem cerca de 13cm:




E agora a fêmea, um pouco maior com 17cm:




sábado, 4 de maio de 2019

Solução para Evitar Fugas

Aqui o Plastrão tem andado um pouco ao abandono, primeiro porque já abordei quase todos os temas possíveis relacionados com tartarugas (cágados), depois e mais importante, está a fazer um ano que me fugiu uma das tartarugas e entretanto não apareceu. Há sempre um sentimento de culpa associado e, ainda por cima, foi uma tartaruga que me foi oferecida por uma amiga e tudo isso deixou-me bastante desanimado. 

Quem acompanhou o blogue sabe que coloquei canas a forrar as heras, precisamente para evitar que as tartarugas fugissem. Só que o tempo vai passando, as heras vão saindo para fora, uma pessoa descuida-se e vão ficando ali pontos de apoio por onde as tartarugas, com as suas unhas, podem trepar e fugir. Foi isso que aconteceu. Então, para prevenir esquecimentos, de uma vez por todas, na manutenção do espaço, comprei uma chapa e emendei-a à medida, e coloquei em frente das heras. É amovível e dá para depois tirar e podar as heras, e voltar a colocar, e assim, pelo menos espero, acabam-se definitivamente quaisquer possibilidades de fuga do espaço. 

E a coisa neste momento está assim:




Para quem não sabe, antes, com as canas, ultimamente era assim que estava: