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sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Manutenção do espaço II - Adeus Gilbardeira

Esta semana resolvi fazer alguma manutenção e modificações que achava necessárias no terrário. O espaço tem várias plantas e relva e como qualquer jardim precisa de cuidados. Desde logo retirar os troncos e tratar da relva, cortar, mondar e arejar, e já o fiz um pouco tarde, deveria ter sido feito em outubro e não agora que já começaram a cair as primeiras geadas, mas ficou feito. Agora está com algum mau aspeto mas quando regressar a primavera, rapidamente ficará bonita de novo.


Ao cato cortei-lhe um grande rebento que estava a crescer para o lado do lago e que estorvava a passagem, e como tem imensos picos, ao mínimo descuido era uma chatice. 

Mas a mudança mais evidente foi ter decidido arrancar a gilbardeira, a planta-fetiche da tartaruga maior que gostava de a trepar e depois atirava-se lá do outro e aterrava no chão. Mas não decidi arrancá-la por esse motivo. Decidi arrancá-la porque cresceu imenso, além de ter mais de um metro de altura, tinha também cerca de um metro de largura, e iria sempre continuar a crescer a alargar mais e mais, provocando alguma sombra no lago, sendo mais evidente agora nesta altura do ano, porque devido ao movimento da Terra, o sol aparece mais baixo no horizonte, fazendo ainda mais sombra no lago.
Antes como estava o espaço
Trabalhos para arrancar a gilbardeira

Após ter arracado a gilbardeira fiquei um pouco indeciso sobre o que fazer naquele espaço. Poderia ali plantar outras plantas que tenho, como yuccas, cycas, etc. Mas após refletir um pouco acabei por plantar uma outra gilbardeira, mas esta, uma fêmea que dá frutos e aquelas bolas vermelhas dão sempre um outro colorido nesta altura do ano. Aproveitei também para a plantar centrada no espaço, pois quando o lago ali foi colocado, as plantas já lá estavam. A diferença é abissal, espero que esta planta possa crescer, mas entretanto durante alguns anos o lago terá muito mais sol direto enquanto este não se esconde por detrás das heras.

Novo visual com a nova planta

Em detalhe a nova gilbardeira plantada no espaço

Vista geral do espaço depois dos trabalhos efetuados

Nortada gélida

Os anos não são todos iguais, e este ano brindou-nos com um novembro com temperaturas abaixo do que seria normal para esta altura acrescido de uma nortada gélida. Em resultado disso as tartarugas fazem uma uma economia de esforço e limitam a sua atividade ao mínimo, mantendo-se na maior parte do tempo no fundo do lago, na maior parte das vezes todas juntas e algumas vezes umas em cima das outras. 





segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Acentuado arrefecimento

Uma semana depois do verão São Martinho as temperaturas começaram a descer, estando agora as mínimas abaixo dos cinco graus. Como resultado as saídas de água cessaram e as tartarugas mostram-se agora unicamente pondo a cabeça de fora.



terça-feira, 12 de novembro de 2013