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sábado, 1 de julho de 2023

Viraram Vegetarianas!

Já tinha lido que as tartarugas de manchas vermelhas (Trachemys Scripta Elegans quando ficam mais velhas gostam muito de verduras. E, de facto, é verdade. É impressionante como deveram as plantas aquáticas e mais, hoje vi-as a comer relva! Depois deitei beldroegas no lago e rapidamente também desapareceram. Bom, são boas notícias, as tartarugas começam a ficar bem mais económicas de manter!

segunda-feira, 21 de junho de 2021

Fuga para... a Queda!

 Tinha estado a remover os ovos que umas das tartarugas depositou no ninho que fez na areia e, eis senão quando, outra tartaruga, a maior de todas, vem toda lançada para fugir!

O muro tem cerca de trinta centímetros e veja como, se tivesse um ponto de apoio nas patas traseiras, conseguiria facilmente transpô-lo. Portanto, não facilitem porque as tartarugas são peritas na arte de escapar. 

sábado, 13 de fevereiro de 2021

Ao Sol de Fevereiro

 Aos poucos o gelo de janeiro e a chuva e o vento fortes vão amainado e as temperaturas em fevereiro, aos poucos, começam a subir. Ontem chegaram aos dezoito graus e prevê-se que ultrapassem os vinte amanhã. Tempo de vir cá para fora a aquecer a carapaça!







Entretanto o bichano que tinha separado aparte porque não me parecia muito bem, depois de subir a temperatura da água, rapidamente voltou ao comportamento normal e até começou a comer e voltei a recolocá-lo no lago porque as temperaturas estão a subir e pode apanhar bastante sol.


terça-feira, 18 de fevereiro de 2020

Quatro Tartarugas de Manchas Vermelhas com Mais de 30 Anos para Adoção


Fui contactado por uma senhora de Lisboa que tem quatro tartarugas de manchas vermelhas (Trachemys scripa elegans) para doar e serem adotadas. Tem-nas há mais de trinta anos mas considera que precisam de melhores condições. À partida serão três fêmeas e um macho.

Editado: as tartarugas já foram doadas.

sexta-feira, 25 de maio de 2018

Tartarugas em Sítios Improváveis: Jardim Amália Rodrigues

O outro espaço aquático em Lisboa onde encontrei tartarugas foi no Jardim Amália Rodrigues. Muitas, de várias espécies, incluindo várias Trachemys scripta elegans, já proibidas de serem comercializadas há bastante tempo, o que indiciará que terão uns bons anos:









quinta-feira, 27 de agosto de 2015

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Sentido de orientação

Muito se disse e especula acerca do sentido de orientação dos animais, e estou por exemplo a lembrar-me das várias teorias sobre o sentido de orientação dos pombos, ou das aves migratórias, mas das tartarugas também muito se diz, tanto das tartarugas marinhas que percorrem milhares de quilómetros, voltando sempre à praia onde nasceram para colocar os ovos, como também o sentido de orientação das pequenas crias, que saem dos ovos, e sabem logo para onde se dirigir. 

Como já escrevi aqui no blogue, no ano passado tive um problema com uma tartaruga de manchas vermelhas (Trachemys scripta elegans) em que ela ficou com as pálpebra coladas e andou durante algum tempo, sempre com os olhos fechados, o que a impedia de comer por exemplo. No entanto continuava a fazer a sua vida normalmente, saía da água para se aquecer, e se tivesse de caminhar, não era a cegueira que a impedia de o fazer.
Tartaruga com olhos inchados e pálpebras coladas

No vídeo seguinte, podemos ver que, ela sai do sítio onde estava a apanhar sol, percorre todo o espaço, e depois calmamente dirige-se ao lago, como que sabendo muito bem onde estava a água, algo que não deixei de achar muito interessante. 


quinta-feira, 27 de março de 2014

O livro que procurava

Há já algum tempo que andava de olho no livro "A tartaruga verde de água doce" de Inês Freire de Andrade de 1994. Finamente encontrei usado num site de vendas de usados e a um preço muito acessível.


É verdade que hoje em dia, qualquer pessoa pessoa tem acesso à internet, e pode de imediato pesquisar e reunir imensa informação, mas a verdade é que se diz muita coisa na internet, muitas vezes também muitos disparates, por isso mesmo, convém sempre cruzar a informação das várias fontes. Mas não há nada como pegar num livro de quem investigou a fundo o tema.


Este livro, já com vinte anos, é um belo manual prático, que informa tudo, desde a montagem e manutenção do aquaterrário, fala os diversos tipo de alimentação, tem uma extensa lista de doenças e as formas de tratar, hibernação, procriação, etc. Tudo mais orientado para a espécie mais vendida na altura (e entretanto proibida de ser comercializada em Portugal) a Trachemys scipta elegans, mas que grande parte da informação genérica, serve também para qualquer outra tartaruga aquática. 

O livro teria sido mais útil quando quando adotei as duas primeiras tartarugas e nada sabia sobre os cuidados mais básicos, mas mesmo hoje, com anos de experiência, dará sempre jeito ter um manual bastante detalhado sobre o tema à mão. 

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Tartaruga de manchas vermelhas na lista das 100 piores espécies invasoras do mundo

Visto que esta é a centésima publicação aqui no blog, aproveito a coincidência para fazer um pouco de serviço público e escrever sobre o facto da tartaruga de manchas vermelhas (Trachemys scripta elegans) estar na lista das cem espécies invasoras mais prejudiciais do mundo, lista que consagra coisas tão diferentes como mamíferos, aves, peixes, insectos, fungos, árvores ou plantas.



Mas a questão da disseminação desta tartaruga a nível mundial tem um só culpado, o suspeito do costume, o Homem. Esta tartaruga é natural do Mississipi / Estados Unidos da América, mas hoje em dia pode ser encontrada na natureza na América do Sul, Austrália e toda a Europa graças à sua criação em massa e consequente exportação para todo o mundo como animal de estimação.

Apesar de há mais de uma década esta espécie ter sido proibida de ser comercializada em Portugal, pelo Decreto-Lei n.º 565/99 de 21 de dezembro de 1999 - mas muitas continuam a ser libertadas na natureza, porque as tartarugas crescem rápido e rapidamente os donos se aperceberam que uma tartaruga não é o animal de estimação ideal para se ter em casa, e como não as podem manter, por ignorância, pensando que estariam a dar uma vida melhor ao seu animal, abandonaram-mas na natureza, saindo pior a emenda que o soneto. - Porquê? Porque estas tartarugas adaptam-se muito facilmente, são muito vorazes, e espalharam-se um pouco por todo o país, e foram também ocupar os já poucos habitats das duas espécies nativas que se encontram por si já ameaçadas. As exóticas crescem muito mais em tamanho, e sendo mais vorazes irão concorrer diretamente com as nativas por alimento e espaço além de lhes poderem ainda transmitir doenças.

Com o intuito de tentar erradicar as espécies exóticas e proteger as espécies nativas foi criado um projeto com a duração de três anos financiado pela União Europeia, o programa Life-Trachemys. Dos objetivos do projeto fazem também parte reproduzir em cativeiro as espécies autóctones e libertá-las depois nos seus habitats naturais para reforçar as populações já existentes.

E foi precisamente há uma semana atrás, no dia 12 de junho de 2013, que foram libertados quarenta cágados-de-caparaça-estriada (Emys orbicularis)  no Algarve com esse intuito, de reforçar as poucas populações existentes. Para se ter uma ideia de quão grave é a situação, foi dito que estes quarenta juvenis iriam reforçar em 30% as tartarugas existentes nos habitats onde foram libertadas.

A notícia foi difundida em diversos órgãos de comunicação social, mas pode por exemplo ser vista uma reportagem aqui.
Deixo aqui também a reportagem que saiu no mesmo dia, no Diário de Notícias. Só um detalhe, a fotografia que foi colocada no artigo não se trata de uma Emys orbicularis, mas sim de uma Mauremys leprosa, a outra espécie autóctone que existe em Portugal e que também ela está ameaçada.

sexta-feira, 15 de março de 2013

Galeria XXIII - Thachemys trio

Costuma-se falar em calor humano, nas tartarugas também existirá por certo um equivalente! Aqui no caso juntaram-se as minhas três tartarugas de manchas vermelhas (trachemys scripta elegans).







segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Confiante fora de água IV

Três semanas depois da nova tartaruga ter chegado - que passou a ser a mais velha que tenho - já se espreguiçava ao sol conjuntamente com as outras: