segunda-feira, 22 de abril de 2013

Galeria XXVII - Céu Limpo












Manter a cabeça fria


Aprender com os erros

Em tudo na vida, por mais experiência que pensemos ter, estamos sempre sujeitos a cometer erros, e muitas vezes até é o excesso de confiança que nos trai. Mas nestas situações o importante é que, depois disso acontecer, retiremos alguns ensinamentos para que no futuro não voltemos a cometer o mesmo erro.

Na adoção desta última tartaruga de manchas vermelhas, no meu entender, cometi vários erros. Desde logo ter recebido uma tartaruga já com muitos anos que viveu sempre num aquário, num ambiente muito controlado, como que uma espécie de flor de estufa, e tê-la colocado logo no lago a poucas semanas de entrar em hibernação. Se fosse hoje teria isso em consideração, e teria mais cuidado, e provavelmente tê-la-ia posto num ambiente controlado com água sempre limpa - o do lago nem sempre está - até passar a fase da hibernação e então sim colocá-la no lago, para que tivesse todo o resto do ano para se ambientar a novas condições.

Depois, o segundo erro foi, na dúvida ter menosprezado o facto de ela ter começado a andar sempre de olhos fechados, associando isso à sonolência própria da hibernação. Quando algo não parece estar bem o melhor será suspeitar e não confiar que não será nada de especial, mas lá está, como nunca antes tinha acontecido nada semelhante isso transmite-nos uma sensação de confiança.
Da próxima vez não pensarei da mesma forma.

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Crescimento & medição das tartarugas

As tartarugas, provavelmente como a grande generalidade dos seres vivos, crescem mais depressa nos primeiros anos, e depois vão continuando a crescer, mas a diferença torna-se quase impercetível, pelo menos para mim é, e às vezes parece mesmo que deixaram de crescer, mas quando as medimos vemos que não, que continuam a crescer.

Se quisermos então saber, concretamente, qual a evolução do crescimento de uma tartaruga, teremos de as medir e fazer um registo,  para que seja possível comparar a evolução ao longo do tempo. 

Por norma as tartarugas medem-se pelo comprimento, em linha reta,  da carapaça


Mas o importante é medir usando sempre o mesmo método para que se possa aferir a correta evolução do crescimento do animal. 

No que se refere às minhas tartarugas tinha-as medido a 31 de maio do ano passado e as duas de manchas vermelhas que tenho comigo há mais tempo tinham 18,5 e 21cm. 
Media-as hoje novamente e agora têm 20 e 22cm respetivamente. 
Hoje, e pela primeira vez, medi também a largura e as medidas são 15 e 16.5cm.

A última de manchas vermelhas que adotei tem 19,5cm x 16,5, ou seja, apesar de ser mais pequena que as outras duas, tem a mesma largura que a maior, o que não deixa de ser curioso. 

A mais pequena de todas, a hieroglyphica, tinha no ano passado 11 cm, hoje já tinha 14cm de comprimento, por 11cm de largura. 

Numa fotografia com elas todas juntas consegue-se ter uma perceção melhor dos tamanhos das três tartarugas de manchas vermelhas.